3 de outubro de 2013

Em Paris são germanicos

Que misériazinha de jogo. A primeira parte então, digna de um filme de terror. Parece que tiveram medo, mesmo medo, de jogar contra Ibrapaspalhovic, Caveirini e cafés Lavazza.
Não encontro outro razão. Já sei, há quem venha com as tangas de "o balneario já não estrá como Jójus". Tangas. Quem vê um bocadinho de futebol percebe facilmente que a equipa não esta a funcionar bem ofensivamente, com a dupla Fejsa-Matic. Não se constroi tanto jogo ofensivo e - o mais surpreendente - a pressão alta falha mais do que era esperado. E é aí que tudo começa a ruir, o falhar a pressão alta.
Já se esperava que este fosse o jogo mais complicado do grupo, a derrota era algo razoavelmente expectavel (mas indesejada, claro está) mas o pior foi a atitude de muitos dos jogadores, uns com a habitual falta de entrega (Gaitan voltou aos tempos em que defender não é coisa para ele, costumava aparecer nestes jogos mas se agora não faz nem isso...) outros com o tal medo que falei (uma boa mão cheia deles).

Em termos de notas, desta vez de zero a vinte, dou 20 valores às minis, os mosquitos (12 valores) também estiveram bem para a equipa deles mas (felizmente) perderam gás a meio da primeira parte. De resto, os jogadores estiveram tão mal que nem lhes dou nota. Artur não teve culpas nos golos mas nada adiantou. André Gomes não entrou mal, para primeiros minutos na equipa A, esta época. Sulejmani também entrou bem... mas tendo em conta a mediocridade generalizada da equipa, estes dois sobressairam por ser muito facil sobressair. Ainda assim, o unico que mereceu uma nota ligeiramente positiva foi o Cardozo, pelo que lutou (até se borrifar, ao ver os outros baixarem os braços).

Espero por melhores dias.

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