16 de janeiro de 2012

Como se te quisessemos por lá!

O actor Fucil, do clube-dos-dirigentes-assumidamente-corruptos e que ninguém sabe ao certo se é lateral direito ou esquerdo, parece que veio dizer que quer sair da capital do polvo para qualquer lado menos para o Benfica.

Oh boneco da feira, se quiséssemos ter um lateral razoávelzinho e sem um pingo de carácter nunca teríamos deixado sair o João Pereira, pá! Põe-te a milhas.


Mesmo que, por grande ironia do destino e para estragar a temporada ao meu clube, ele viesse cá cair, não dava duas semaninhas para alguém tratar do trombil ao Fucil.

Quantas vezes o Emerson, por mais fraquinho que seja. Pelo menos leva muitos menos tiros imaginários nas costas do que esta personagem ranhosa.

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7 de novembro de 2011

Terceiro-mundista? Ou Mafia, mesmo?


Nos últimos três anos, uma visita do Benfica ao estádio da Padreira para o campeonato é sinónimo de uma daquelas coisas ali do título. Cada um escolhe o termo que acha que melhor se aplica.

Época 2009/10 – jogador expulso ao intervalo por ser agredido dentro do túnel (versão que se lê muito por aí, carece de confirmação visual porque um estádio novo, construído para o Euro 2004, não conseguiu filmar nada disso). Bolas de golfe.
Época 2010/11 – jogador expulso por levar uma cotovelada no peito e depois acertar de raspão no agressor com a mão no peito deste, assistindo-se depois a uma cena digna de um Golden Raspeberry Award (razzie para os amigos) com o dito agressor a rebolar no chão agarrado à cara. Bolas de golfe.
Época 2011/12 – bola bate no braço de um jogador que o tem encostado ao corpo, mas os árbitros assinalam penalty. Isto depois de a luz ter ido ao ar TRÊS vezes, enquanto o jogo estava empatado, num estádio construído para o Euro 2004, onde nunca tal se tinha verificado (alguém com melhor conhecimento que o desminta, obrigado) e que não voltou a verificar-se depois do dito penalty.

Isto para falar só dos casos mais flagrantes, para a lista não ser demasiado extensa. 
Em comum nestes casos? Tirando a cena da falta de luz, que pode ser discutível, o mesmo clube a ter sempre o "azar". Arrisco a dizer que vários são… bafejados pela “sorte”.

Conclusão fácil de tirar: depois de um certo jogo a sul do país que acabou empatado, era imperativo que outro clube não ganhasse.O "como" pouco importava.

Como é possível o que aconteceu na primeira parte, num estádio novo, que tanto foi gabado nos últimos sete anos? Como querem que acardite tacitamente que não foi intencional o corte de eletricidade, três vezes num curto espaço de tempo, num estádio onde não há historial de tal coisa, quando isso nem acontece em estádios com 30 e 40 anos de existência? Como explicam a água fria nos balneários de um estádio novo que deveria ser de topo ou quase? Fácil. É o regresso às tacticas que se viam no final dos anos 80, inicio dos 90. E nós sabemos onde.



nota: parabéns, pelo menos deixaram as bolas de golfe em casa. É uma evolução positiva, no meio de tanta... porcaria, como diria o CásQuêroz.

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