31 de outubro de 2011

Alô in


O Benfica jogou meia hora, depois fechou a loja. As estatísticas falam de quase uma dezena de remates do Olhanense, mas só me lembro de duas jogadas de real perigo: o golo - porque alguém Maxi adormeceu - e o lance dos 93 minutos - porque alguem Maxi inventou. Foi uma segunda parte a dar para o fraquinho, mesmo assim deu para anular MAIS um golinho limpo ao Benfica e para o Maxi fazer dos 45 mais fracos desde que está no Benfica. Já vi por aí escrito que armou-se em Emerson.  Atenção: o Emerson (ainda) não enterrou nenhuma vez a sério. Tem algumas falhas, visíveis a qualquer um e gritantes, até (aquele magnifico toque em que troca os pés e a bola vai parar milagrosamente ao Garay foi um deles), mas não venham dizer que enterrou. Diria mais que foi uma segunda parte do Maxi a fazer lembrar os bons velhos tempos do Luis Filipe.

O clube dos dirigentes assumidamente corruptos teve uma vaca descomunal, e mais não vou dizer porque não perdi tempo a ver o jogo deles. Apenas sei que inauguraram o marcador num  autogolo às 3 tabelas, numa jogada em que os jogadores azulibroncos já não tocavam na bola praí há 5 minutos. É a única coisa que sei.

De resto, não vou dizer que houve casos no jogo da lagartagem. Vou apenas referir um pequeno detalhe, que se poderia limitar a uma palavra: Gralha.
“Gralha?”, questionam vocês dois que nos visitam. Não, não é gralha no sentido de um erro acidental de escrita. É Gralha de nome, mas começo a achar que se trata mesmo de um erro de… casting.
Pois esta ave rara, de nome André Gralha, é a mesma personagem que no ano passado apitou um célebre Sporting-Olhanense, que acabou 0-0 com uma jogada para figurar nos manuais de como não apitar (para quem não se lembra, essa jogada daria vantagem no marcador à equipa algarvia).
Pontos em comum nisto que acabei de escrever? “Sporting”, “Gralha” e erros o resto deixo por vossa conta.

Etiquetas: , , , ,