17 de novembro de 2008

A idade faz bem aos dentes

A imagem que se segue é só para provar que a frase do título aplica-se (talvez não seja sempre, mas aplica-se). Aí fica o antes e o depois de uma e mesma pessoa, separada por mais de 30 anos.


Um post do Allgarb Desunited fez-me lembrar uma historia que encontrei por acaso, há pouco tempo.

Para quem tem 30 anos ou mais, pode não conhecer a música pelo seu nome: Fio Maravilha, da autoria de Jorge Ben Jor. Mas quase que aposto que já ouviu pelo menos o refrão. Ora o refrão diz o seguinte:
“Fio Maravilha, nós gostamos de você
Fio Maravilha, faz mais um p’ra gente ver”

Os menos conhecedores, ou menos atentos, não terão reparado também no resto da letra da música que tem as seguintes passagens lá pelo meio:
“Sacudindo a torcida aos 33 minutos do segundo tempo, depois de
fazer uma jogada, celestial em gol.

Tabelou, driblou dois zagueiros, deu um toque driblou o goleiro
Só não entrou com bola e tudo porque teve humildade em gol,
foi um gol de classe
Onde ele mostrou, sua malícia e sua raça”.

Pois bem, como se vê tem tudo a ver com futebol. Esta música foi escrito em 1972, por Jorge Ben Jor, dedicada a um dos seus ídolos da altura, de seu nome artístico (ok, futebolístico se preferirem) Fio Maravilha, avançado do Flamengo que fez furor no fim dos anos 60, inicio dos 70.
A historia mete entregadores de pizza nos Estados Unidos, advogados sem escrúpulos (também há com?) à mistura e sei lá que mais, tudo por causa de um jovem musico querer dedicar uma musica ao seu ídolo da bola.
Aí ficam uns 10 minutos de uma história engraçada, à volta do futebol de outros tempos (e para que conste, a imagem de abertura do post é do Fio Maravilha, antes e depois).

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